terça-feira, 17 de novembro de 2015

MUFFIN DE BRÓCOLIS


Ingredientes:
11/2 xícara (chá) de farinha de trigo peneirada
1 colher (sopa) de fermento em pó peneirado
QB de sal e orégano
2 colheres (sopa) de requeijão
1/2 xícara (chá) de leite
1/2 xícara (chá) de óleo
1 ovo batido
1 xícara (chá) de brócolis picado (cozido no vapor)
½ tomate picado sem casca e sem sementes
2 colheres (sopa) de cebola picadinha
1 dente de alho picado




Modo de Preparo:
Misture o óleo, o leite, o requeijão, o ovo, a cebola e o alho. Numa tigela grande, acrescente a farinha, o fermento, o sal e o orégano. Junte as duas misturas e mexa até formar uma massa, acrescente o tomate e o brócolis.

Distribua a massa em forminhas de muffin e leve para assar em forno preaquecido (180º C), por mais ou menos 20 minutos ou faça o teste do palito.

domingo, 15 de novembro de 2015

DIFERENÇAS ENTRE O ALHO PORÓ E OS VÁRIOS TIPOS DE CEBOLA E PLANTAS QUE PERTENCEM A FAMÍLIA DA CEBOLA

Pode parecer um detalhe mínimo, mas escolher a cebola certa pode fazer toda a diferença em uma receita. Seja para comer crua, cozida, frita ou em conserva, é ideal observar as características de cada cebola, a fim de aproveitar o melhor de seu sabor.

- Alho poró:


Apesar do nome, esta raiz está mais próxima da cebola do que do alho. Possui bulbo arredondado e sabor semelhante ao das cebolas. A parte branca é cozida e as folhas podem ser aproveitadas para dar sabor a caldos e sopas.

- Cebola amarela (ou cebola pera) :


A mais utilizada pelos brasileiros e facilmente encontrada. É consumida de diversas maneiras: em rodelas, picada, ralada, e fica boa quando refogada. Algumas pessoas a utilizam em saladas, porém, quando consumida crua, tem sabor forte.

- Cebola pérola:


É aquela pequena, muito servida em conserva. Possuem sabor mais doce e delicado, ótima para dourar e servir como guarnição.

- Cebola branca:


Possui casca bem branca. Seu sabor é mais forte que o da cebola pera, por isso, geralmente é cozida, ideal para refogar. É a mais difícil de encontrar no mercado.

- Cebola Roxa:


A roxa tem sabor mais adocicado e é mais consumida crua, em saladas, por exemplo. É a mais saudável dentre elas, pois sua cor roxa deriva de uma substância chamada antocianina, cujo consumo previne teores elevados de colesterol e triglicerídeos. Quando caramelizada, seu sabor fica ainda mais doce.
Na hora de escolher a cebola para uma receita, preste atenção no prato que irá preparar e selecione a que mais se adapta a ele. Assim, você garante que os ingredientes se harmonizem.


Abaixo plantas que pertencem a família da cebola:

- Cebolinha:

As cebolinhas (Allium schoenoprasum L.) também conhecida por cebolinha-francesa ou cebolinho, em Portugal, são como outras plantas nessa família, uma planta bulbo, entretanto, são mais conhecidas por suas copas verdes macias. As delicadas folhas afiladas têm um sabor suave de cebola, usado em saladas, como cobertura em batatas e como enfeites. Elas podem crescer na natureza e são nativas em 48 estados americanos, no Alasca e no Canadá.

- Chalotas:

Chalotas (Allium cepa variedade aggregatum) parecem uma versão menor da cebola comum, mas tecnicamente são diferentes: crescem em cachos, diferente das cebolas que crescem em bulbos únicos. Elas possuem um sabor suave de cebola e são muito usadas em molhos, temperos para saladas ou mesmo cruas em saladas.

- Alhos:
                                                            

Tão bem conhecido como a cebola, o alho (Allium sativum L.) é usado na cozinha em todo o mundo. Ele cresce como a chalota, em cachos bem agrupados. Um cacho inteiro de bulbos de alho é chamado de "cabeça", com cada peça individual sendo um "dente". O sabor é mais forte e mais específico do que dos outros membros da família allium. É geralmente usado em proporções menores, ainda mais se for cru. Quando assado e cozido, o alho adocica bastante, passando esse sabor para o bulbo picante.

- Cebolinha:

Cebolinhas (Allium fistulosum) são também conhecidas como cebolas verdes, cebolinhas ou cebolas galesas, dependendo de onde elas vêm. Elas têm o mesmo formato do alho poró, mas as folhas verdes são ocas. Essa variedade particular não desenvolve um bulbo. Cebolinhas possuem gosto muito similar ao da cebola de jardim, mas um pouquinho mais suave. São mais usadas cruas devido à sua composição delicada e ao sabor, não se mantém tão bem como quando cozidas.

Fonte: imagem PhotoObjects.net/PhotoObjects.net/Getty Images


sexta-feira, 13 de novembro de 2015

SORVETE DE CHOCOLATE COM BIOMASSA DE BANANA VERDE


Ingredientes:
3 xícaras de biomassa de banana verde cremosa (aqui)
2 xícaras de leite integral
15 ameixas sem caroço
2 colheres (sopa) de cacau
1 colher (sopa) de extrato de baunilha
200g chocolate meio amargo
5 colheres (sopa) de melado

Intolerantes a lactose podem usar leite vegetal e chocolate sem traços da proteína

                                      




Modo de Preparo:
Coloque as ameixas em um recipiente com água e deixe de molho por no mínimo 20 minutos.
Se a biomassa estiver congelada coloque ela em uma panela com um pouco até virar um creme espesso.
Coloque a biomassa no liquidificador, adicione o leite, as ameixas, o cacau, o extrato de baunilha e o melado. Bata até obter um creme homogêneo e garantindo que a ameixa fique bem batida, sem pedaços.
Coloque o chocolate quebrado em uma tigela, leve ao microondas ate derreter. Cuidando para não aquecer demais. Assim que estiver cremoso misture o chocolate derretido ao creme de biomassa.
Experimente, se desejar mais doce você pode aumentar a quantidade de melado.
Coloque em um pote que possa ir para o congelador, cubra com filme plástico, coloque tampa e leve para o freezer por no mínimo 8 horas.

Dica: Como o sorvete não leva gordura, ao congelar completamente ele ficará bem duro, mas é só retirar do freezer e esperar mais ou menos 15 minutos ele ficará mais macio e deliciosamente cremoso novamente.





quarta-feira, 11 de novembro de 2015

FRALDINHA COM CROSTA CREMOSA


Ingredientes:
1 peça de fraldinha de mais ou menos 1,5kg
QB de azeite para untar a forma
QB de sal grosso
1 pacote de creme de cebola
1 xícara de mostarda
1 xícara de maionese
1 xícara de queijo ralado





Modo de Preparo:
Pre aqueça o forno 200º C.
Misture o creme de cebola, a mostarda e a maionese.
Numa assadeira, untada com azeite, tempere a peça de carne com um pouco de sal grosso e leve para assar por 20 minutos.
Retire do forno e pincele com uma camada fina da mistura, leve para assar por mais 20 minutos.
Repita a operação acima e leve para assar por mais 20 minutos.
Acrescente o queijo ralado na mistura e pincele a carne pela última vez e leve ao forno até dourar. Retire do forno e sirva.



segunda-feira, 9 de novembro de 2015

PÃO DE MORANGA


Ingredientes:
1kg de farinha de trigo
500g de abóbora cozida
50g de óleo
125g de ovos (aproximadamente 2 ovos)
20g de sal
80g de açúcar
20g de fermento biológico seco
75g de água



Modo de Preparo:
1. Amasse as abóboras cozidas como purê e deixe esfriar.
2. Bata a massa pelo método direto*, colocando a água aos poucos até dar o ponto (cerca de 10 minutos).
3. Deixe a massa descansar em superfície untada com óleo por 15 minutos, coberta com plástico.
4. Divida em pedaços de 40 a 50 g e modele.
5. Acondicione em assadeira untada com óleo.
6. Deixe fermentar de 30 a 40 minutos. Corte e pincele com gemas diluídas em um pouco de água.
7. Asse a 190º C por, aproximadamente, 15 minutos.
8. Retire do forno e resfrie sobre uma grelha.

* No método direto, primeiro colocamos os ingredientes secos e em seguida os líquidos.

Observação: Fiz moranga refogada com cebola, alho e temperinho verde, como sobrou resolvi fazer pão. Ficou muito fofo e saboroso. Recomendo!


sábado, 7 de novembro de 2015

BRIGADEIRO SEM LACTOSE DA BELA GIL


Ingredientes:
Biomassa de 2 bananas verdes
5 colheres (sopa) de açúcar mascavo
3 colheres (sopa) de cacau em pó
1 colher (chá) de manteiga ghee ou margarina
5 gotas de essência de baunilha



Modo de Preparo:
Bata tudo no liquidificador.
Faça as bolinhas e passe em castanhas trituradas, cacau nibs (cacau granulado), pistache, amêndoas, ou o que preferir.


quinta-feira, 5 de novembro de 2015

QUICHE INTEGRAL DE BRÓCOLIS


- Para a massa:
Ingredientes:
1 xícara de farinha de trigo integral
1/2 xícara de chá de aveia em flocos finos
1 gema
1 clara
½  tablete de margarina (50g)
QB de sal

Modo de Preparo:
Numa tigela, coloque a farinha de trigo integral, a aveia em flocos, a gema, a margarina e uma pitada de sal. Mexa com as pontas dos dedos (eu uso uma luvinha dessas de cirurgia) até formar uma farinha grossa que, ao apertar, vira uma massa homogênea.
Aplique essa massa com delicadeza nas formas pequenas de quiche, ou uma grande, até forrar o fundo e a lateral. Pincele a massa com a clara e reserve.





-Para o Recheio:
Ingredientes:
QB de azeite
½ cebola picada
QB de alho poró
1 dente de alho picado
1 tomate sem casca e sem semente picado
2 xícaras de buquê de brócolis
3 colheres (sopa) de  requeijão
QB de temperinho verde
QB de sal, pimenta do reino e temperos do seu gosto
QB de queijo ralado

Modo de Preparo:
Frite no azeite a cebola, o alho e o alho poró, acrescente  o tomate e o brócolis  mexendo por alguns minutos. Por último junte o requeijão, o queijo ralado e os temperos e deixe cozinhar por uns instantes. Corrija o tempero e coloque o temperinho verde. Deixe esfriar.
Distribua o recheio sobre a massa e leve para assar em forno pre aquecido (180ºC) por mais ou menos 50 minutos.

Observação: Aumentei um pouco as quantidades e fiz numa forma de 22cm e não pincelei a massa com clara.


terça-feira, 3 de novembro de 2015

RECEITA DE BIOMASSA DE BANANA VERDE


Ingredientes:
3 bananas verdes



Modo de Preparo:
Corte a banana verde do cacho com a ajuda de uma faca ou tesoura, lave as bananas e leve para a panela de pressão com água suficiente para cobri-las. Tampe a panela, leve à pressão e quando atingir a pressão, abaixe o fogo e deixe ferver por oito minutos.
Desligue o fogo e espere a pressão sair naturalmente.
Abra a panela de pressão com cuidado, retire as bananas e abra a banana com a ajuda de uma faca.
Retire a polpa, leve ainda bem quente no liquidificador e bata com o mínimo de água até virar uma pasta bem cremosa. Guarde na geladeira para fazer pães, bolos, mousse, sorvete, etc.

Validade: 3 a 6 meses no congelador. Na geladeira o ideal é consumir em até 3 dias

Fonte: http://gnt.globo.com/receitas/receitas/biomassa-de-banana-verde-receita-da-bela-gil.htm

INFORMAÇÕES:
Rica em potássio e muitos outros nutrientes benéficos à saúde, a banana é um dos superalimentos. Contudo, à medida que a fruta amadurece, o amido da banana é convertido em açúcar, por isso, quando madura, ela é um alimento de alto valor energético.
Por isso, uma das alternativas é consumir a banana ainda verde. Segundo a culinarista funcional Lidiane Barbosa, além da farinha de banana verde, uma das maneiras de aproveitar as propriedades da banana verde é por meio de sua biomassa, um composto 100% natural que pode ser feito em casa.

Benefícios da biomassa
“É uma massa pouco calórica, com alto teor de amido e baixo teor de açúcares”, afirma Lidiane. Além disso, por ser de um fruto ainda verde, a biomassa de banana verde atua na proteção da mucosa gástrica, auxilia no trânsito intestinal e promove a prevenção de doenças como câncer do intestino.
De acordo com a especialista, como possui baixo índice glicêmico, a biomassa faz com que a sua digestão e absorção pelo organismo seja mais lenta aumentando a sensação de saciedade, o que contribui para o processo de emagrecimento.
“É também fonte de inúmeras vitaminas, entre elas as do complexo B que promovem aumento do pique e energia”, completa Lidiane.

Como consumir
Segundo Lidiane, a biomassa pode ser usada nas receitas no lugar de leite condensado, creme de leite, leite, maionese entre outros. ”Não possui gosto, por isso, não ira alterar em nada o sabor. A maioria das pessoas que não conhece acha que, ao acrescentarmos a mistura às preparações, tudo ficará com sabor de banana o que não acontece”, explica.

Fonte: http://www.mulher.com.br/corpo-e-dieta/biomassa-de-banana-verde-emagrece-veja-outros-beneficios/

domingo, 1 de novembro de 2015

TOMATES, PARA CADA PRATO UM TIPO

   Em molhos, saladas e até mesmo puro, o tomate é quase uma unanimidade na cozinha; saiba mais sobre as oito variedades mais comuns no Brasil.
Nativo do México e América Central, o tomate é na verdade uma fruta (sim, fruta!) da família das Solanáceas, que já era cultivado pelos Astecas e Incas em 700 a.C.. No século 16, quando a fruta chegou à Europa, acreditava-se primeiramente, que fosse venenosa. Porém, no final do século 18, o tomate já havia sido adicionado como ingrediente fundamental das receitas de pizza, que ganhou popularidade em Nápoles. No Brasil, o alimento foi introduzido principalmente pelos imigrantes italianos, na metade do século 19.
   O tomate é uma das hortaliças mais consumidas no mundo. Existem milhares pratos que levam este ingrediente, o que lhe confere um papel de destaque na gastronomia mundial. Extremamente versátil, o tomate é facilmente combinado com outros temperos e especiarias, como o manjericão, o alho, a cebola, o tomilho, o orégano, as pimentas, os queijos, os ovos e sabores à base de carnes. Outra vantagem do tomate é a de conter baixo teor de calorias, somente cerca de 35 calorias por um tomate de tamanho médio.

Grupos e tipos
Há muitas variedades de tomates, que são diferenciadas em grupos de acordo com o tamanho, formato, sabor, cor ou consistência. São classificados basicamente em seis grupos: Caqui, Cereja, Holandês, Italiano, Saladete e Santa Cruz.
No Brasil, oito tipos ou grupos são mais comuns atualmente: Carmem, Caqui, Cereja, Débora, Holandês, Italiano, Momotaro e Sweet Grape. Abaixo você confere mais detalhes sobre as características e o uso desses alimentos.
                                                                                       

                                                                                   Reprodução

- Carmem: Mais conhecido como Longa-Vida, o Carmem é o tomate mais ofertado no Brasil. Pertence ao grupo Saladete. A variedade contém genes que fazem com que os frutos durem por mais tempo.Em contrapartida, esses mesmos genes interferem no sabor, no aroma e até na pigmentação. O resultado são frutos de sabor mais 'aguado'. São firmes, redondo-achatados e pesam de 150g a 200g.

                                                                                          

                                                                                             Reprodução

- Caqui: Assim como o Carmem, as variedades do grupo Caqui são ideais para consumo in natura, em saladas ou sanduíches. Porém, têm a coloração avermelhada e sabor mais forte. Os frutos são graúdos e moles. Alguns chegam a pesar até 500g. A variedade Momotaro, de origem japonesa, pertence à este grupo.


                                                                                         

                                                                                   Reprodução

- O Momotaro tem sabor levemente adocicado e, por isso, é considerado um tomate gourmet.



                                                                                           Reprodução

- Cereja:  O diferencial desse grupo é que seus frutos têm sabor adocicado. São pequeninos e leves, pesam em média 12g. O tomate cereja é muito usado em saladas e aperitivos. Pelo sabor marcante, costuma ser consumido até sem tempero, como fruta ou tira-gosto. Por ser gracioso, é muito apreciado para decorar pratos.



                                                                                           Reprodução

- Uma variedade do grupo Cereja, que vem conquistando os paladares dos brasileiros, é a Sweet Grape. O fruto se assemelha a um bago de uva e tem sabor bastante adocicado. Mais caro, pode ser consumido sozinho, em saladas ou pratos frios. É o tomate 'da moda'.



                                                                                           Reprodução

- Débora: Variedade muito utilizada para fazer molhos e tomate seco, o Débora pertence ao grupo Santa Cruz. Suas principais características são a consistência firme e a durabilidade. Por isso, é classificado como Longa Vida Estrutural. O peso de cada fruto varia entre 120g e 200g.



                                                                                            Reprodução

- Holandês: O grupo Holandês agrupa variedades vendidas em cachos ou pencas. Plantadas no Brasil desde 1996, antes eram importadas da Holanda (daí o nome), além da França, da Espanha e dos Estados Unidos. Os frutos têm de 40 g a 130 g, mas a maioria fica nos 90 g. Além dos vermelhos, mais comuns, existem amarelos e laranjas. Colhidos maduros, são doces e perfumados. Na cozinha, podem ser usados como todos os outros tomates, assados ou em molhos e saladas, e também pelo fato de ser tão bonito e doce, em saladas de frutas (sem as sementes) e tortas doces (sem a pele).



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- Italiano: Os frutos desta categoria podem ser consumidos em pratos crus e cozidos, sendo ideais para o preparo de molhos caseiros quando ficam mais maduros. Os tomates que fazem parte deste grupo têm apenas três gomos e são longos: chega a 10 cm de comprimentos. As variedades mais comuns deste grupo são a Colibri e a Andréa.

Faculdade de Engenharia Agrícola da Unicamp / Revista Casa e Jardim / Embrapa Hortaliças / Fundação Getúlio Vargas.

INFORMAÇÕES:
Veja as diferenças entre polpa, extrato, molho refogado, pelati e ketchup, derivados do tomate:

- Polpa de tomate:
Não tem pele e nem sementes. Deve ser usada para realçar o sabor dos tomates in natura. Também é levemente concentrada com quantidades pequenas de água, sal e açúcar e não é temperado.

- Molho refogado:
É a polpa de tomate levemente concentrada com cebola, alho, salsa, cebolinha, manjericão e outros ingredientes especificados na embalagem. Há opções peneiradas ou com pedacinhos de tomate. É prático, basta esquentar e acrescentar os temperos e especiarias que desejar.

- Extrato de tomate:
É uma base de tomate mais concentrada. Também é acrescido de sal e açúcar. É mais utilizado para dar cor, sabor e consistência aos pratos e encorpar os molhos naturais.

- Tomate pelati:
É o tomate sem pele e cozido dentro de um vidro esterilizado e tampado (no caso industrial na lata), em banho-maria, por cerca de meia-hora. O pelati italiano utiliza, via de regra, variedades de tomates alongados, como o San Marzano (tomate italiano), tidos como os melhores para se fazer pelati, pois têm cor vermelha forte, menos sementes, são mais doces, carnudos e firmes. Mas no Brasil não há exigência quanto ao tipo de tomate usado para fazer o pelati. Podem usar tomates frágeis e menos saborosos que os italianos.

- Ketchup:
É um molho preparado com polpa de tomate temperado com especiarias, sal e açúcar, mas que pode conter outros ingredientes, como óleo, ovo, limão e vinagre.

Fonte: http://gourmet.gruposinos.com.br/_conteudo/2015/07/home/194926-os-diferentes-tipos-de-tomates.html

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