domingo, 1 de outubro de 2017

DRINK DE MAMÃO PAPAIA


Ingredientes:
25ml de vodka
50ml de leite
2 bolas de sorvete de creme
100g de mamão papaia em cubinhos
QB de licor de cassis para regar

Modo de Preparo:
Bata os quatro primeiros ingredientes no liquidificador. Coloque num copo e regue com licor de cassis. Sirva em seguida. É uma delicia!

Atenção: Se beber não dirija!

Por Elisandra Karvatte Rockenbach


sexta-feira, 29 de setembro de 2017

BOLO DE MAÇÃ E AVEIA

                                                        Imagem de Larissa Steinhaus

Ingredientes:
3 ovos
4 colheres (sopa) de óleo de coco
½ xícara de açúcar mascavo
2 xícaras de aveia em flocos
1 colher (sopa) de canela em pó
1 colher (sopa) de fermento em pó
3 maçãs picadas
                                                     Imagem de Larissa Steinhaus

Modo de Preparo:
Numa bacia bata os ovos, acrescente o óleo e bata, o açúcar mascavo e mais uma batida. Acrescente a aveia, a canela, e o fermento e misture bem.
Por último as maçãs picadas e misture delicadamente.
Coloque numa forma untada e leve para assar no forno pre aquecido (180º C), por mais ou menos 30 minutos ou faça o teste do palito.

Receita e imagens enviadas por Larissa Steinhaus


Fonte:  Nutricionista Juliana Ziebell
https://www.youtube.com/watch?v=E1-NLGUnzRk 

quarta-feira, 27 de setembro de 2017

ABACAXI REFRESCANTE COM IOGURTE


Ingredientes:
1 abacaxi gelado
1 colher ( sopa) de raspas de limão
1 colher (sopa) de hortelã picada
1 pote de iogurte natural desnatado
1 envelope de adoçante em pó

Modo de Preparo:
Descasque o abacaxi.
Corte o abacaxi em seis fatias grossas e reserve.
Misture o iogurte, o adoçante, a hortelã e as raspas de limão.
Espalhe o molho de iogurte por cima do abacaxi.

Observação: Adocei com um pouco de mel.

Enviado por Top Chef

segunda-feira, 25 de setembro de 2017

PÃEZINHOS PRETOS COM SEMENTES DE GIRASSOL


Ingredientes:
200g de farinha de centeio
700g de farinha de trigo
100g de farinha de trigo integral
20g de malte (ou de açúcar)
50g de fermento fresco
450g de sementes de girassol
QB de azeite de oliva extra virgem ara untar
20g de sal
500ml de água morna





Modo de Preparo:
Peneire juntos os três tipos de farinha e coloque sobre a mesa de trabalho num monte. Ponha no centro o sal, o malte (ou o açúcar) e o fermento esfarelado e comece a misturar todos os ingredientes com uma mão, enquanto acrescenta 500ml de água morna com a outra, até que o fermento esteja dissolvido.
Sove a massa com ambas as mãos, achate-a e salpique-a com as sementes de girassol. Continue a sovar. Em seguida forme uma bola com ela. Pincele-a com um pouco de azeite e ponha-a numa tigela, também untada com azeite. Cubra com filme plástico e deixe repousar por 40 minutos.
Depois desse tempo, divida a massa em 6 partes e faça seis pequenos pãezinhos redondos. Disponha-os numa assadeira untada, cubra com um pano úmido e deixe crescer por 1 hora.
Retire o pano e asse os pães em forno pre aquecido a 200º C por 30 minutos. Tire-os do forno, deixe amornarem sobre uma grade e sirva-os mornos ou frios.


Fonte:  A Grande Cozinha – Pães e Cia. – Abril Coleções

sábado, 23 de setembro de 2017

BOLO DE CHOCOLATE FUNCIONAL


Ingredientes:
3 ovos grandes
1 xícara (chá) de adoçante culinário (pode usar açúcar mascavo no lugar se preferir)
1 colher (sopa) de semente de chia
1/2 xícara (chá) de óleo de coco (pode usar o de girassol)
1 xícara (chá) de farinha de amêndoas (pode substituir pela de castanha de caju)
3/4 xícara (chá) de farinha de trigo sem glúten (pode usar a normal ou farinha de aveia)
1/2 xícara (chá) de coco ralado
3/4 xícara (chá) de cacau em pó
180 ml de leite de amêndoas (pode usar água quente na mesma quantidade)
1 colher (sopa) de fermento em pó

- Cobertura:
200ml de leite de amêndoas
200g de chocolate meio amargo
1 colher (sopa) de óleo de coco
1 colher (sopa) de amido de milho


Modo de Preparo:
Em uma vasilha misture a semente de chia, a farinha de amêndoa, a farinha de trigo, o coco ralado, o cacau em pó, o fermento em pó e reserve. Separe as gemas das claras. Adicione as gemas na tigela da batedeira juntamente com o óleo de coco e o açúcar, bata por cerca de 3 a 4 minutos. Adicione o leite e bata mais um pouco. Em seguida, adicione aos poucos a mistura de farinhas, coco e cacau em pó e bata na velocidade média somente para incorporar. Bata as claras em neve e adicione à massa, mexendo delicadamente com o auxílio de um fouet.  Unte e enfarinhe uma forma de buraco central, despeje a massa sobre ela e leve ao forno pre aquecido a 180° C, por aproximadamente 40-45 minutos. Retire do forno e só desenforme o bolo depois de frio.

Para a cobertura, é só levar todos os ingredientes ao fogo médio e mexer até o ponto de brigadeiro mole e jogar por cima do bolo.

Observação:  como cobertura misturei QB de açúcar de confeiteiro, com uma colher (sopa) de chocolate em pó + QB de água morna até formar uma pastinha cremosa.


quinta-feira, 21 de setembro de 2017

BATATA DOCE APIMENTADA CROCANTE DE FORNO


Ingredientes:
1 ovo
1/4 colher de chá de pimenta vermelha
QB de sal
500g de batatas doces descascadas cortadas em tiras
QB de Cream cracker integral triturado
QB de páprica doce




Modo de Preparo:
Aqueça o forno a 200ºC.
Forre uma assadeira rasa com papel alumínio e unte com azeite (em spray de preferência). Bata o ovo no prato raso até misturar bem. Misture a pimenta e o sal ao ovo.
Mergulhe as batatas no ovo, em seguida, passe na cream cracker com a páprica.
Asse de 25 a 28 minutos ou até que as batatas estejam macias.

Observação: como não tinha biscoito utilizei farinha de rosca, conforme fotos.


terça-feira, 19 de setembro de 2017

CANAPÉS DE POLENTA COM GORGONZOLA


Ingredientes:
200g de queijo gorgonzola
1 xícara (chá) de creme de leite
60g de nozes trituradas
½ Pacote de Polenta Pronta Yoki cortada em fatias de 1 cm e dividida ao meio
QB de óleo para fritar
QB de salsa fresca picada para decorar

Modo de Preparo:
Em uma tigela, amasse o queijo gorgonzola.
Junte o creme de leite e as nozes. Misture bem até formar uma pasta e reserve.
Aqueça o óleo e frite a polenta até ficar dourada.
Retire e escorra em papel toalha para retirar o excesso de óleo.
Cubra com o creme de gorgonzola e salpique salsinha.
Sirva em seguida.


domingo, 17 de setembro de 2017

HISTÓRIA DA CONSERVAÇÃO DOS ALIMENTOS


 Até o período Neolítico (idade da pedra polida), há cerca de 10 mil anos, o homem só comia alimentos frescos, isto é, caçava ou coletava sua refeição para satisfazer sua fome imediata. Essas populações eram nômades e não armazenavam alimentos para serem consumidos num futuro próximo, vivendo de um lado para o outro em busca de locais onde a caça e a coleta fossem mais abundantes.

 A partir do momento em que a população humana se fixou em uma certa área e começou a plantar e a criar animais, houve uma melhora no suprimento de comida da comunidade. Essa mudança na forma de obter o sustento alterou os hábitos alimentares da população, que passou a contar com um excedente de produção que poderia ser consumido nos períodos de escassez.

 Iniciou-se aí, uma busca incessante do homem por formas de conservar esses alimentos excedentes  A observação e a experiência ensinaram que o frio os conservava melhor. Já no período Neolítico, ele elegia a parte mais escura e fresca da sua caverna como armazém. Com o fogo, aprendeu a defumar e com o sol e o ar aprendeu a secar sua comida. Buscando formas de preservar os alimentos, introduziu-os em recipientes e envolveu-os com substâncias protetoras como a argila, o mel, o azeite, o vinho, o vinagre, a gordura. Também aprendeu a salgar e secar carnes e pescados (acredita-se que a primeira salga foi realizada enterrando-se o alimento na praia, onde a água do mar realizava a cura).

 Prosseguindo com suas buscas, o homem conseguiu alguns avanços notáveis. Sabe-se, por exemplo, que uma espécie de cerveja já era produzida pelos egípcios há cerca de 5000 anos; este mesmo povo também já dominava a técnica de armazenagem de grãos. Alguns registros mostram que os fenícios, os egípcios e os gregos secavam, defumavam e salgavam seus peixes para transportá-los na região, que é bastante quente. Os romanos também consumiam carnes salgadas e caças provenientes de distantes regiões, conservadas no mel. Além disso, eram exímios panificadores, considerando, inclusive, a panificação como uma forma de arte, que liberava seus "artistas" até do pagamento de impostos.

 Também na civilização oriental, 3000 anos antes de Cristo os chineses já utilizavam o sal para conservar os peixes acumulados em épocas de fartura e, 1000 anos depois disso,  já haviam desenvolvido tecnologia para a conservação de peixes utilizando gelo.

 Os índios brasileiros, muito antes do descobrimento, costumavam assar as carnes, secar os peixes e depois armazená-los em caldo grosso de pimenta. A conservação por imersão na gordura também era utilizada pelos nossos índios que deixavam os animais imersos em sua própria gordura. Os Bandeirantes salgavam as caças para poder transportá-las durante suas expedições.

 Os índios americanos colocavam tiras de bisão e de veado no alto de uma tenda ou sobre uma fogueira, onde a conservação era devida à dessecação ou à defumação, respectivamente. O bacalhau seco e salgado era um alimento comum entre os colonos americanos. Os alimentos perecíveis eram guardados em cavernas e fontes, onde a baixa temperatura prolongava a conservação desejada.

 - Preservar alimentos: um novo desafio para a tecnologia

 O início do século 19, uma sociedade cada vez mais urbana, comercial e industrial distanciava-se dos centros produtivos, tendo dificuldade crescente para alimentar-se. Exceto o vinho, o pão, o azeite e alguns poucos alimentos, todo o resto se deteriorava rapidamente e, como consequência, comprometia o crescimento das cidades.

 Vivia-se, também, um grande progresso científico, que não tardou a encampar, entre seus desafios, o desenvolvimento de técnicas de conservação que aumentasse a durabilidade de gêneros alimentícios, como carne e peixes, para que pudessem ser vendidos a preços baixos. A questão básica era descobrir como os alimentos apodreciam.

 - Uma discussão antiga

 Vinha do século anterior o famoso debate entre Lazzaro Spallanzani e Jonh Needham sobre a geração espontânea, em que o primeiro demonstrou a impossibilidade de fermentação em infusões aquecidas a 100ºC (temperatura de ebulição da água). Sabia-se também que todo organismo (vegetal ou animal), quando separado dos mecanismos que o mantêm vivo, passa por um processo inicial de fermentação, evoluindo para a putrefação. Parecia instigante a idéia de utilizar o calor, conforme demonstrou Spallanzani, para estacar o início do processo de deterioração dos alimentos. Antes disso, no começo do século 18, o inventor francês Denis Papin, inventor da máquina a vapor, já empreendera experiências sobre conservação de alimentos, cozinhando-os e mantendo-os em vidros hermeticamente fechados.

 - Cientista por acaso

 Coube, no entanto, ao confeiteiro francês Nicolas Appert aprofundar a idéia de Papin, utilizando-a com latas. Não se sabe qual o conhecimento teórico que Appert tinha sobre conservação de alimentos, mas foi para resolver as questões práticas do dia-a-dia de sua confeitaria que ele teve a genial intuição de que a ação destruidora do calor sobre os micro organismos do alimento perdurava por mais tempo em um recipiente hermeticamente fechado. Nasciam as conservas, marco fundamental de toda a história da conservação de alimentos. Seu método conseguiu crescente sucesso comercial, tendo sido utilizado por Napoleão Bonaparte no abastecimento de suas tropas, tornando-as mais autônomas, e na marinha mercante, para as longas viagens transatlânticas.

 - Pasteurização, uma ideia revolucionária

 Em 1851, Pasteur finalmente demonstra cientificamente os fundamentos teóricos que sustentam as experiências empíricas de Appert. O processo de tratamento térmico, baseado na elevação da temperatura do alimento até 57°C, por alguns minutos, mostrou-se eficaz na prevenção da fermentação anormal do vinho e da cerveja. O método, em homenagem ao seu inventor, passou a ser conhecido com pasteurização. É curioso constatar que sua aplicação inicial não tenha sido com o leite, alimento extremamente perecível, e sim com o vinho, mais resistente à deterioração. A razão disso foi, provavelmente, a inexistência da geladeira, eletrodoméstico fundamental para conservar o efeito da pasteurização após a finalização do processo.

 - Leite condensado.

 Ao aplicar o método de Appert ao leite, o inventor francês Malbec, em 1828, cria o leite condensado. É um achado e rapidamente essa forma de tratamento do leite expande-se na Europa. Em 1856, chega aos Estados Unidos pelas mãos de Gail Borden. Beneficiado pela guerra civil americana, deflagrada em 1861, seu produto alcança notável sucesso comercial. Em 1880, o suíço J.B. Meyenberg aprimorou o método de fabricação do leite condensado, utilizando um sistema de esterilização em autoclave, que consistia em aquecê-lo até a temperatura de 120°C, em recipiente fechado, submetido a pressão. Aproveitando os avanços tecnológicos obtidos e a abertura de um mercado enorme para os padrões da época, Charles e George Page fundam a Anglo Swiss Condensed Milk, em 1866, na Suíça, que rapidamente progrediu.

 - A farinha láctea

 Um ano depois, em 1867, o químico alemão Henry Nestlé lança uma farinha láctea inventada por ele e destinada à alimentação de crianças. Após quase 40 anos de acirrada concorrência, as duas companhias se fundiram e deram origem à Nestlé, que já iniciava suas atividades com 17 fábricas e grande presença no varejo.

 - A caminho da refrigeração.

 Desde os primórdios, os homens conheciam a capacidade conservativa do frio. Algumas casas na Europa, já no início do século 18, dispunham de compartimentos subterrâneos, onde o gelo era armazenado no inverno, com o objetivo de conservar alimentos, como carnes e peixes. Durante anos, todo o esforço concentrou-se em sistemas de isolamentos térmicos cada vez mais sofisticados, que resultavam em câmaras frias com ineficiência proporcional ao seu tamanho. No início do século 19, a partir de experiências com gases, levadas a cabo por diversos físicos, entre eles Gay-Lussac, descobriu-se que a expansão de gases subtrai calor do ambiente. Portanto, a criação de um método de compressão de gás, seguido pela sua liberação, seria capaz de promover a refrigeração, dando independência às câmaras frias, que passariam a criar ambientes frios e não simplesmente conservá-los.

 - O surgimento da geladeira

 De fato, em 1834, o americano Jacob Perkins fabricou, pela primeira vez, gelo artificial. Em 1851, John Gorrie, também americano, patenteia o primeiro compressor de ar movido a vapor, que se destinava a refrigerar câmaras frias de hospitais. Em 1879, aparece o primeiro refrigerador de natureza doméstica, inventado pelo alemão Karl Van Linde, que empregava um circuito de amoníaco e ainda era acionado por uma bomba a vapor.

 Ainda hoje, o cuidado com o preparo dos alimentos e sua perfeita conservação, além de evitar o desperdício de comida, diminui o risco de doenças provocadas pela ingestão de alimentos contaminados.

Fonte:  matéria e imagens
Pratique Leite

sexta-feira, 15 de setembro de 2017

BROCHETTE DE FRUTAS COM SOPA DE CANELA E COUSCOUS MARROQUINO DOCE


Ingredientes:
QB de espetinhos de madeira
QB de frutas variadas cortadas em pedaços
1 pedaço de canela em pau
9 laranjas
200g de açúcar
175g de geleia de damasco
QB de cravo da índia
QB de noz moscada
300g de couscous marroquino
100g de açúcar de confeiteiro
QB de canela em pó




Modo de Preparo:
Prepare os espetos com as frutas picadas, intercalando as cores e reserve na geladeira.
Coloque em uma panela a canela, o suco das laranjas, o açúcar, a geleia de damasco, os cravos e a noz moscada e leve para cozinhar por alguns minutos em fogo médio.
Coloque por cima do couscous, 300ml de sopa de canela bem quente e misture,  tampe e deixe hidratar por 5 minutos. Solte o couscous com garfo.

- Montagem:
Com a ajuda de um aro, monte um círculo no centro do prato com o couscous.
Coloque por cima um espeto de frutas.
Coloque em volta a sopa de canela.
Polvilhe com canela e açúcar de confeiteiro.
Pode ser servido com sorvete de creme.


Fonte:  receita de um curso que fiz sobre comida Marroquina (um espetáculo!).

quarta-feira, 13 de setembro de 2017

ERVILHAS NA MANTEIGA


Ingredientes:
250g de ervilhas frescas ou congeladas
1 colher (sopa) de manteiga
1 dente de alho picado
1 ou 2 colheres (sopa) de salsa picada bem miúdo
QB de sal



Modo de Preparo:
Leve ao fogo uma panela pequena e deixe aquecer. Junte a manteiga e o alho. Refogue até que o alho esteja macio, junte a salsa picada, dê uma refogada rápida e acrescente as ervilhas. Refogue-as, acrescente um pouquinho de água (1/4 de xícara de chá ou pouco mais, se as ervilhas forem um pouco mais duras). Tempere com sal e deixe-as cozinharem até que estejam macias.


Super Ofertas para você!